Esta é a minha opinião sobre a Palestra do Professor Pedro Demo.
Eu penso que é muito importante acabar com essa estrutura quase fixa que muitos dos professores na universidade adotam na hora de dar aula. Pensam que ensinar é apenas passar um determinado conteúdo sem dar lugar a outras variantes e muitas das vezes nem atendendo à opinião dos alunos.
Eu não sei se diminuir o número de aulas aumenta a aprendizagem do aluno, talvez o que ajudaria é a aficácia de cada uma dessas aulas.
O fato de o professor realizar pesquisas o ajuda muito no seu desenvolvimento, pois gera nele uma visão mais ampla das coisas, porém não acho que só pode ensinar na universidade quem realiza tal atividade.
Na atualidade, a realidade das crianças é bem diferente do que vimos há alguns anos atrás. Elas têm um domínio incrível das tecnologias, mas isso nem sempre vai contribuir na educação ou na aprendizagem delas.
Pode até ter aumentado o número de estudantes universitários, mas a qualidade creio que não. Muitos estão numa universidade mas sem saber escrever um texto, e muito menos falar em público. E é preciso saber que essas habilidades sempre vão estar presente em quaiquer das profissões que possam escolher.
Concordo com o professor quando diz sobre a necessidade de ter alunos que sejam capazes de pensar, de questionar, e não simplesmente "depósitos de conhecimentos". Contudo, vemos que em qualquer turma o aluno se mostra cada vez mais passivo, ele quer "tudo pronto". Não existe essa disposição para inovar, criar e desenvolver o seu potencial.
Eu também penso que no futuro a tecnologia vai dominar o espaço escolar, mas sabemos que isso pode provocar grandes riscos na aprendizagem do aluno, pois ele começa a colar e pegar tudo o que acha na internet sem tem o cuidado de selecionar o que realmente precisa para realizar um determinado trabalho. O uso da tecnologia é importante, porém deve existir o cuidado e o equilíbrio tanto por parte dos pais como dos próprios usuários.
Eu também penso que o professor sempre tem de estudar, de pesquisar, de estar informado e sobretudo de se atualizar para não ficar de fora nesse âmbito onde ele se encontre.
9/06
Trabalho sobre Recorte:
Tabela:
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Recorte
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Concordo
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Discordo
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Não sei opinar
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Motivos
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1
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X
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Porque sempre estamos aprendendo e não podemos não estar envolvidos em tal processo que é, na maioria dos casos, coletivo.
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2
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X
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São ideias muito radicais. Aprender ou ensinar não é uma questão de "poder". Pode-se sim, aprender mais ou menos segundo o grau de interesse das partes.
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3
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X
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É uma realidade que o novo conhecimento se relaciona com o já apreendido e é a partir dali que se pode ver o que realmente temos incorporado à nossa bagagem anterior.
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4
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X
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O aluno pode aprender ou não, condicionado por fatores externos (grupo no qual estuda) ou internos (predisposição) de maneira positiva ou negativa.
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5
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X
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Tem professores que ensinam sem fazer uso de nem sequer das estratégias mais comuns. Existem alunos que aprendem muitos conceitos que nem sempre são graças a métodos empregados pelo professor e sim por técnicas próprias.
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6
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X
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E o que era antes? Tinha ou tem apenas definição? Algo específico que só possa ser analisada dessa forma? Penso que não, por isso não podemos dizer que continua sendo exatamente a mesma coisa. A educação vai mudando assim como acontece com os grupos nela envolvidos.
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23/06/09
Avaliação do Projeto:
Critérios para avaliação (quadro orientador para a análise):
*** Olga, fui encarregada de fazer a sua avaliação (sou a sua colega Adriana). Achei melhor criar uma página nova, já que há várias outras coisas nesta página. É só entrar aqui.
a) Projeto de Aprendizagem
Sobre a organização geral do projeto:
A organização do projeto é clara, ele é exposto de maneira que alguém que não fez parte do grupo compreenda o seu contexto?
O caminho utilizado como "guia" foi abordado na construção do projeto: ex. certezas provisórias, mapa conceitual, link da turma, avaliação, sidebar...havendo uma conexão entre os elementos apresentados no wiki?
Penso que a relação que há entre os links da nossa página facilitam o fácil acesso das pessoas que não fizeram o projeto, isto é para os que visitem o wiki. É possível ver essa conexão entre os elementos da página.
O projeto está bem estruturado, a organização é clara e permite que o leitor compreenda o trabalho. O projeto foi guiado pela questão, certezas e dúvidas, havendo conexão entre os elementos.
Sobre quadros de certezas e dúvidas:
Houve uma evolução do quadro inicial em relação ao último?
As certezas e dúvidas orientam o projeto ou se perdem no caminho?
As certezas e dúvidas foram retomadas /confirmadas/ refeitas durante a ao final do projeto?
É possível ver como o quadro de certezas e dúvidas foi evoluindo à medida em que fomos realizando o projeto, já que muitas delas (ambas) orientaram o trabalho para poder continuar de maneira positiva. Por um lado, houve certezas que foram resolvidas mediantes textos lidos, enquetes feitas, mas por outro algumas dúvidas que permanecem até agora, talvés sem resposta para este projeto e sim como elemento disparador para uma pesquisa futura.
Os quadros foram evoluindo durante o projeto, auxiliados pela elaboração dos mapas que apontaram as lacunas ou relações que necessitavam de reelaboração. As certezas e dúvidas foram retomadas, o fato de algumas persistirem não desmerece o projeto, mas aponta para possíveis continuidades.
Sobre a participação:
O grupo desenvolveu o projeto em conjunto?
Houve um envolvimento individual durante o desenvolvimento do projeto? À medida que o projeto se desenvolveu, houve uma evolução no envolvimento do aluno (individualmente) e do grupo (como um todo) com o trabalho?
O projeto não pôde ser realizado 100% de forma conjunta e talvés isso possa se perceber ao longo do trabalho. Cada uma de nós fez coisas que depois foram postadas por separado. As atividades feitas em conjunto foram escasas o que, para mim, foi um ponto negativo, já que a aprendizagem entre duas pessoas sempre é mais efetivo.
Houve casos em que faziamos alguma tarefa juntas e depois eu mandava para a colega por e-mail e era ela quem o colocava no wiki.
Foi possível observar algumas dificuldades para o trabalho conjunto (no diário existem registros que mostram essas dificuldades), assim como também ficou claro que as duas participantes realizaram pesquisas e eleborações individuais. Esperamos que em trabalhos futuros essa experiência auxilie para melhorar as interações.
Sobre o uso de recursos e fontes de pesquisa:
As fontes utilizadas foram adequadas e/ou serviram para sanar as dúvidas ou confirmar as certezas?
Os recursos disponíveis foram utilizados? Foram exploradas as possibilidades no hipertexto: variedades pedagógicas - links, imagens, vídeos, mapas, esquemas, dicas...?
Pensando no nosso tema de pesquisa, não tínhamos como procurar informação em fontes muito confiáveis, por isso nos baseamos mais no que aparecia em blogs, por exemplo enquetes e coisas do tipo. Foram pesquisados vídeos e textos interessante que nos ajudaram a responder várias das nossas dúvidas iniciais e confirmar algumas das nossas certezas.
As fontes foram adequadas a questão eleita e permitiram trazer colaborações originais.
Sobre os textos (conteúdos) do projeto
Os textos presentes no projeto permitem ao leitor acompanhar o desenvolvimento da pesquisa?
Os textos são originais e retratam as características do grupo?
Os textos e pesquisas tem relação (são coerentes) com a proposta do trabalho (questão/certezas/dúvidas) ?
O conteúdo do projeto esclarece/responde às dúvidas propostas?
No projeto não existem muitos textos, mas os que foram colocados (sejam tirados da internet ou redijidos por nós) permitem acompanhar, de certa forma, o trabalho realizado. Acho coerência entre os textos e o assunto que está sendo pesquisado. Os textos são de fácil compreensão, isso pode se dever a simplicidade do tópico.
Os textos permitem acompanhar o desenvolvimento da pesquisa. A linguagem é direta e adequada ao tema. O projeto poderia ser beneficiado com uma síntese das descobertas e apontamento das questões que ficaram em aberto.
Sobre a aprendizagem (no projeto e de projetos) :
Que aprendizagens o grupo demostrou ter alcançado mediante o projeto? (usar diário de bordo).
Houve uma evolução na aprendizagem sobre projetos/ o objetivo de aprender a desenvolver um projeto de aprendizagem em ambiente virtual foi atingido?
Que aprendizagens ocorreram sobre a questão explorada?
Minha aprendizagem maior foi em relação à interação com o grupo, mesmo sendo pouca. O meu envolvimento com a tecnologia já era bom, então não foi muito difícil nesse sentido, mas tive inconvenientes na hora de interagir com a minha colega, na hora de intentar me achar na página devido a que tem partes em inglês e não o domino. Posso dizer que aprendi a fazer projetos, mas devo admitir que poderia ter aprendido muito mais.
Consideramos que ocorreram várias aprendizagens. Talvez tenha ocorrido um tempo de adaptação inicial um pouco longo em relação ao ambiente, em função da lingua e do trabalho em parceria, mas essas dificuldades foram em grande parte superadas.
As atividades individuais foram realizadas adequadamente?
Como foi a participação em aula (presença em aula; participação nas atividades assíncronas; contribuições, comentários e interação com os trabalhos dos diferentes grupos)?
Cada atividade que fazia sempre a colocava no lugar errado e acho que isso foi porque a página tem muitas coisas (ou a maioria) em inglês, então eu devia fazer uma tradução para minha língua materna para logo traduzir os conceitos para o português. É nessa tarefa que eu fui perdendo um pouco o interesse, já que para mim o inglês é um ponto que me deixa desanimada.
A minha participação em sala de aula foi mas bem passiva. Nunca faltei a uma aula. Sempre fui e era melhor para eu poder entender como seguir com o projeto. Em cada aula conseguia sanar um monte de dúvidas que surgiam quando estava em casa ou mesmo em sala de aula.
Não pôde participar nos projetos dos colegas, mesmo sendo assuntos bem interessantes. Acho que foi por me sentir muito perdida dentro da página. Quando vejo coisas escritas em inglês já me sinto condicionada e é bem mais difícil para mim me relacionar com aquele texto, aquela página, ou o que for.
As atividades individuais estão bem elaboradas, mesmo com as dificuldades em relação a língua. Os textos estão bem organizados e desenvolvidos. Em sala de aula as participações poderiam ter acontecido de forma mais ativa, imaginamos que isso não tenha ocorrido pelas dificuldades de adaptação em um outro país já que tens condições para tal.
Desejamos muito sucesso na tua vida profissional e um bom retorno a Argentina.
Rosane e Marcelo
c) Reflexão Final
Já na parte final do projeto, posso perceber que aprendi muita coisa e, de certa forma, creio ter atingido o objetivo de aprender a prender. Houve momentos que não sabia para onde fujir. Sentia que estava, como muitos costumam dizer, "navegando sem rumo certo".
Contudo, consegui vencer barreiras que no começo pareciam impossíveis de derrubar. Uma delas é a interação com uma colega que não conheço, que apresenta diferente metodologia de trabalho e outros fatores que querendo ou não influenciam no nosso desenvolvimento, no nosso aprendizado. Às vezes é o costume de trabalhar com a mesma colega que pensamos que trabalhar com outra pessoa não apresentará dificuldades e percebemos que sim apresenta.
Quando lembro o que fui escrevendo no Diário-de-bordo imagino meus colegas lendo aquilo e pensando que eram mais problemas do que avanços, mas é errando que a gente aprende e comigo não foi diferente.
Gostei de ter feito este trabalho.
A nota que eu me colocaria é: B
Olga
23/07/09
Comentários sobre o texto: "Inteligência: dimensões e perspectivas"
Piaget e a nossa inteligência
Segundo Piaget todos os seres vivos somos inteligentes e ser ou estar vivo é ser ou estar inteligente.
A inteligência nos ajuda a descobrir o que conserva a vida e por que isso é proveitoso para a vida mesma. A inteligência expressa dois problemas do ser humano, estes são: a organização para manter a condição de totalidade na vida, tudo aquilo oposto à vida e a adaptação em um contexto que é transformado constantemente.
Para o autor a organização expressa a vida como um sistema que é aberto. Partes daquilo que nos conserva a vida, como sistema, estão fora de nós, não são produzidas por nós. Isto significa que dependemos dos outros, da natureza. Estamos em constante troca e é a ela que devemos nos adaptar.
Existem dois elementos fundamentais de nossa inteligência ou de nossa vida: sua condição independente e reversível, isto é, operatória. As características de uma inteligência operatória na perspectiva de Piaget são, pelo menos, duas: interdependência e reversibilidade. A interdependência refere-se , na teoria de Piaget, a uma qualidade da relação entre as partes e o todo que lhe corresponde. Nesse todo cada parte tem uma autonomia em relação às outras, isto é, devem ser consideradas por si mesmas. Ao mesmo tempo, cada parte deve ser coordenada com as outras e, simultaneamente, com o todo que as integra.
No momento da interação é preciso a independência do sujeito, pois é ela quem, nos processos de desenvolvimento, possibilitará, pouco a pouco, não mais agir ou pensar de modo indiferenciado, justaposto ou sincrético. Essa independência pode ser coordenada pela reversibilidade, a qual caracteriza a possibilidade mental, corporal ou social de se considerar as relações entre as partes e entre as partes e o todo de modo simultâneo. É pela reversibilidade como qualidade construtiva (relacional, dialética) que caracteriza uma inteligência operatória que podemos ligar passado, presente e futuro, dirigindo nossas ações pelo projeto que as determina.
Piaget afirma que considerar vida e morte, saúde e doença, conhecimento e ignorância, prazer e dor, felicidade e tristeza, etc., como formas independentes e reversíveis é muito importante. Possibilita-nos tratar coisas opostas como indissociáveis, complementares e irredutíveis. Possibilita, pela qualidade operatória de nossa inteligência, que nos diferenciemos e integremos como seres vivos e humanos.
30/06/2009
Após as leituras feitas percebi que as ideias que eu tinha sobre "aprendizagem" mudaram um pouquinho.
A tabela em verde revela a minha primeira opinião sobre o assunto, já na taleba em cor azul aparecem os meus novos pontos de vista.
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Recorte
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Concordo
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Discordo
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Não sei opinar
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Motivos
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1
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X
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Porque sempre estamos aprendendo e não podemos não estar envolvidos em tal processo que é, na maioria dos casos, coletivo.
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2
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X
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São ideias muito radicais. Aprender ou ensinar não é uma questão de "poder". Pode-se sim, aprender mais ou menos segundo o grau de interesse das partes.
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3
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X
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É uma realidade que o novo conhecimento se relaciona com o já apreendido e é a partir dali que se pode ver o que realmente temos incorporado à nossa bagagem anterior.
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X
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O aluno pode aprender ou não, condicionado por fatores externos (grupo no qual estuda) ou internos (predisposição) de maneira positiva ou negativa.
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X
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Tem professores que ensinam sem fazer uso de nem sequer das estratégias mais comuns. Existem alunos que aprendem muitos conceitos que nem sempre são graças a métodos empregados pelo professor e sim por técnicas próprias.
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6
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X
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E o que era antes? Tinha ou tem apenas definição? Algo específico que só possa ser analisada dessa forma? Penso que não, por isso não podemos dizer que continua sendo exatamente a mesma coisa. A educação vai mudando assim como acontece com os grupos nela envolvidos.
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Recorte Nº 1: CONCORDO...
CONTINUO PENSANDO IGUAL, POIS APRENDER IMPLICA UMA CONSTANTE TROCA DE SABERES ENTRE O PROFESSOR E O ALUNO. PENSO QUE DEVE EXISTIR EM AMBOS A COLABORAÇÃO PARA OBTER UM BOM RESULTADO NO PROCESSO DE ENSINO-APRENDIZAGEM, O QUAL SEMPRE ESTÁ PRESENTE NA VIDA DAS PESSOAS.
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Recorte Nº 2: NÃO SEI O QUE OPINAR...
A MINHA OPINIÃO MUDOU, POIS PENSANDO BEM É CERTO QUE NÃO NASCEMOS SABENDO TUDO E QUE HÁ PESSOAS COM CAPACIDADES INTELECTUAIS MAIORES DO QUE AS NOSSAS. CONTUDO, ACHO QUE NÃO É SÓ RESPONSABILIDADE DO PROFESSOR QUE O ALUNO ADQUIRIDA UM CONHECIMENTO E SIM DO INTERESSE DO ALUNO O QUAL PODE SER CONDICIONADO POR FATORES INTERNOS OU EXTERNOS A ELE.
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Recorte Nº 3: CONCORDO...
EU ACRESCENTARIA QUE EXISTEM JOGOS EDUCATIVOS VIRTUAIS QUE, MESMO NÃO SENDO COISAS REIAS, AJUDAM MUITO COMO FERRAMENTA DE ENSINO E QUE A TRAVÉS DELES O PROFESSOR CONSEGUE MANTER POR MAIS TEMPO O INTERESSE DO ALUNO A DIFERENÇA DO QUE ACONTECE EM MÉTODOS TRADICIONAIS.
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Recorte Nº 4: CONCORDO...
MEU PONTO DE VISTA SOBRE ESTE RECORTE É O MESMO, JÁ QUE UMA PESSOA NÃO NECESSARIAMENTE VAI APRENDER NA ESCOLA, MEDIANTE UM ENSINO SISTÉMICO, E SIM NO MEIO NO QUAL ELE CONVIVE. É ESSE MEIO QUE VAI LEVAR O ALUNO, NO CASO, A SER CAPAZ DE RELACIONAR DIFERENTES CONHECIMENTOS (ESCOLA/FAMÍLIA).
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Recorte Nº 5: CONCORDO...
AGORA PENSO QUE, INFELIZMENTE, NEM SEMPRE O RESULTADO DA APRENDIZAGEM É POSITIVO. ISTO PODE SE DEVER À FALTA DE ESTRATÉGIAS, SEJA POR PARTE DO ALUNO COMO DE QUEM ENSINA.
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Recorte Nº6: NÃO SEI O QUE OPINAR...
CONTINUO COM A MESMA PERCEPÇÃO. NÃO VEJO QUE A EDUCAÇÃO TENHA SIDO DEFINIDA OU CARACTERIZADA DE UMA FORMA ESPECÍFICA E QUE POR ISSO SEJA SEMPRE VISTA DA MESMA FORMA.
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30/06/2009
Considerações finais sobre o projeto.
Foram poucos os momentos ao longo da minha vida em que tive a oportunidade de trabalhar a distância. Penso que foi muito importante ter essa experiência na disciplina. É claro que nem tudo teve o resultado esperado, pois eu tive algumas dificuldades inesperadas, mas muitas delas foram sendo superadas com o tempo durante as diferentes tarefas individuais e coletivas.
O que mais aprendi acho que foi poder interagir com diferentes pessoas de diferentes pontos de vista e profissão. Isso ajuda porque às vezes nos centramos apenas naquilo de que fazemos parte (à nossa área de atuação) sem ser capazes de aceitar outra opiniões ou pontos de vista.
Mesmo eu tendo um bom envolvimento com a tecnologia, houve momentos em que apareceram algumas questões que me exigiram me dedicar mais e ter a necessidade de consultar com os meus colegas. Aprendi também alguns conceitos básicos da área da informática e do inglês que se repetiam nas diferentes páginas do wiki.
No que tem a ver com o relacionamento com a minha colega de projeto posso dizer que não foi tão bom como eu tinha previsto. Foi muito difícil para mim ter que interagir com ela, não porque existisse má disposição por alguma de nós, e sim por motivos que até agora não consegui compreender.
Posso dizer que aprendi a fazer projetos, contudo sei que meu aprendizado poderia ter sido mais completo, adquirindo outra estratégias para a elaboração de projetos de aprendizagem em ambientes digitais.
Quando lembro o que fui escrevendo no Diário-de-bordo imagino meus colegas lendo aquilo e pensando que eram mais problemas do que avanços, mas é errando que a gente aprende e comigo não foi diferente. O diário-de-bordo me ajudou muito porque sempre deixei ali o que se passa dentro de mim, as dúvidas, as dificuldades, os novos desafios que se me apresentavam, as novas conquistas, dentre outras questões. Um exemplo das tantas dificuldades que tive foi a de colocar cada atividade que fazia sempre no lugar errado. Outro problema foi a de ter que estar traduzindo palavras do inglês para minha língua materna (o espanhol) e logo para o português) para poder compreender o que a tarefa exigia de mim. Nesses momentos era que eu fui perdendo um pouco o interesse, já que para mim o inglês é complicado e tem circunstâncias nas que me bloqueia.
A minha participação em sala de aula foi mas bem passiva. Nunca faltei a uma aula e isso me ajudou para estar sempre me atualizando com as novas atividades para fazer, para poder entender como seguir com o projeto, para tirar as dúvidas que surgiam quando estava sozinha em casa ou mesmo em sala de aula.
Uma crítica que eu faço sobre mim é o fato de não ter participado dos projetos dos meus colegas, mesmo sendo assuntos bem interessantes. Acho que uma dica para os próximos projetos dentro da disciplina seria que existisse uma maior atuação nos projetos dos colegas, já que isso leva a que podamos ir mudando aspectos que, às vezes, por estar tão dentro dele não percebemos e os demais podem ver com clareza.
Já finalizado o projeto vejo que aprendi muitas coisas e, de certa forma, creio ter atingido o objetivo de aprender a prender, fora os momentos em que não sabia como avançar.
Contudo, consegui vencer barreiras que no começo pareciam impossíveis de derrubar. Uma delas é a interação com uma colega que não conheço, que apresenta diferente metodologia de trabalho e outros fatores que querendo ou não influenciam no nosso desenvolvimento, no nosso aprendizado. Às vezes é o costume de trabalhar com a mesma colega que pensamos que trabalhar com outra pessoa não apresentará dificuldades e percebemos que sim apresenta. No entanto, é ali que vemos o resultado positivo do nosso aprendizado, quando somos capazes de interagir com uma pessoa diferente de nós, quando trocamos e construímos novos conhecimentos que acabam fazendo parte da nossa vida. Gostei bastante de ter feito este trabalho.
Olga Heredia
Comments (2)
Marcelo said
at 11:09 pm on Mar 17, 2009
Olga,
Bastante pertinente todos os teus comentários. Dominar a tecnologia não é indicativo de aprendizado. O que fazer com a tecnologia pode gerar aprendizado. Terias alguma idéia sobre isso? Como desenvolver o aprendizado por meio da tecnologia? Aliás, que tipo de tecnologia estamos falando?
Fernanda Lemos said
at 5:51 pm on May 31, 2009
Colegas!
Coloco aqui o link de uma page do nosso projeto em que preciso da participação da turma!
Se possível, participem!
http://leisdemurphy.pbworks.com/Crie-sua-lei-de-Murphy!
abraço,
fernanda lemos
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